CARTA SEMESTRAL – OS FATORES MACRO E POLÍTICOS CRÍTICOS PARA A BOLSA EM 2014

CARTA SEMESTRAL – OS FATORES MACRO E POLÍTICOS CRÍTICOS PARA A BOLSA EM 2014


Caros amigos,

É com grande alegria que escrevemos a nossa primeira carta relativa ao desempenho dos fundos de ações (long biased) Canepa I e Canepa II, desde o início efetivo de sua história em maio de 2013.  A Canepa Asset Brasil, conta hoje com R$ 220 milhões sob gestão entre carteiras administradas e fundos abertos, sempre em ativos brasileiros, com grande foco em ações.

Nesse início de 2014, temos o orgulho de comunicar a entrada de mais uma sócia na Canepa Asset Brasil – Daniela Pfeiffer. Daniela, com grande experiência de mercado em instituições como Polo Capital, Opportuniy Asset, Banco Icatu, Tenor Capital e Nova Investimentos, será a sócia responsável pelo Relacionamento com Investidores.

2013 foi um ano do extremamente complicado para os ativos brasileiros, que sofreram queda generalizada. Ninguém precisa ser gestor de recursos para perceber que a vida não está fácil. O ano de 2013, após o tenebroso 2002 (ano da famosa marcação a mercado e da eleição do “antigo” Lula), provavelmente foi o mais difícil para a nossa profissão nos últimos tempos. E, por extensão, para o investidor em geral que possua recursos aplicados em fundos de investimentos.

A Canepa inicia o ano de 2014 com expectativas de crescimento. Apesar das incertezas macroeconômicas, acreditamos no potencial do Brasil e na nossa dinâmica indústria de fundos de investimentos. Nossa vocação internacional deve se materializar em novos produtos com esse viés em breve. O desempenho dos nossos fundos, que começaram suas atividades no dia 21 de maio de 2013, demonstra que, de forma seletiva, com boa capacidade de análise fundamentalista e agilidade na gestão, é possível encontrarmos boas opções de investimento no Brasil, mesmo em situações adversas. Esta receita será continuada durante o ano de 2014, sempre baseada na crença de que boas histórias de investimento sempre serão precificadas de maneira correta pelo mercado em algum momento do tempo.

Há muito tempo não começávamos um ano com uma expectativa tão pessimista para o Brasil e seus mercados. Essa é uma constatação que “não é necessariamente ruim”, pois o mais importante para o gestor é tentar distinguir o quanto este pessimismo já está precificado. É fato que, em janeiro de 2011, de 2012 e de 2013 as perspectivas dos investidores em relação ao nosso país eram inexoravelmente bem mais favoráveis. No entanto, o desempenho médio das ações foi inversamente proporcional, com o Ibovespa e o IBX caindo, respectivamente, 25% e 4% no acumulado do período de três anos (apesar de excelentes desempenhos isolados de várias ações em diferentes setores). Em janeiro deste ano, é quase uma unanimidade o sentimento de pessimismo em relação ao Brasil. Basta agora aguardarmos os resultados dos indicadores bursáteis ao final do ano.

Nesta carta, fazemos uma breve análise dos aspectos macroeconômicos e políticos que serão decisivos como fatores “top down” para definir a direção da bolsa brasileira em 2014.

Fazemos em seguida uma breve descrição de nossas preferências de investimento no setor de infraestrutura. Posteriormente, realizamos uma análise comentada da performance dos fundos a partir de indicadores de desempenho.

Leia o nosso trabalho completo no link a seguir: Carta Semestral – Os fatores macro e políticos críticos para a Bolsa em 2014

FELIZ 2014 para todos !